A Google anunciou a semana passada que ativa diariamente mais de 1.3 milhões de dispositivos Android. Atualmente a gigante das pesquisas possui ativos mais de 480 milhões de smartphones e tablets.
Este feito foi conseguido em apenas 4 anos!
A Google anunciou a semana passada que ativa diariamente mais de 1.3 milhões de dispositivos Android. Atualmente a gigante das pesquisas possui ativos mais de 480 milhões de smartphones e tablets.
Este feito foi conseguido em apenas 4 anos!
“O segmento de smartphones subiu 37% e passou a representar 42% das vendas totais. Dos 1080 aparelhos comercializados naqueles três meses, 623 mil foram telefones tradicionais (que registaram uma queda homóloga de 37%), enquanto 457 mil foram smartphones.
Apesar disso, “os rumores de lançamento de vários modelos dos principais fabricantes, previstos para o terceiro trimestre, têm contribuído para que muitos consumidores adiem a intenção de compra de smartphones” – uma tendência europeia –, sublinha a consultora numa nota sobre o estudo IDC European Mobile Phone Tracker.
Os telemóveis Android representaram 74% das vendas de smartphones no mercado português, ao registarem 338 mil unidades comercializadas.
A Samsung lidera com uma quota de mercado de 33% (359 mil unidades vendidas). A seguir está a Nokia, com uma quota de 29% (311 mil). E em terceiro lugar surge a Vodafone (classificada nesta análise como fabricante de aparelhos da própria marca), com uma quota de 7% (72 mil unidades vendidas).
As três fabricantes baixaram as vendas em Portugal. A Nokia caiu 4% face ao segundo semestre do ano passado, enquanto a quebra nas vendas da Vodafone foi de 35% e da Samsung de 36%.
Mesmo com uma contracção desta ordem, a fabricante sul-coreana “tem conseguido dominar a alta gama, na qual só encontra concorrência por parte do iPhone da Apple”, refere a IDC. Francisco Jerónimo, analista da consultora em Londres, observa no mesmo documento que “a gama de produtos Galaxy continua a ser um caso de sucesso em toda a Europa, ao qual os consumidores portugueses não têm sido indiferentes”.
Fonte: Público
Cada vez mais os chamados telefones inteligentes são a escolha de quem compra um telemóvel. Significa isto que no futuro, a informação estará na mão de todos. Torna-se prioritário para os meios de comunicação encararem os smartphones e suas potencialidades como um modo de chegar até cada vez mais leitores e cativar um público que possivelmente não estava ao seu alcance.
Notícias de Fafe é o novo jornal de Fafe, cidade do Norte de Portugal. Nas bancas desde Março, chega agora à Internet (www.noticiasdefafe.com) e aos smartphones dos seus leitores.
Além do jornal tradicional em papel disponível semanalmente nas bancas, o Notícias de Fafe está sempre actual no website e nos smartphones. O projecto arranca com aplicações móveis para iPhone, Android e Windows Phone. São aplicações gratuitas, onde se pode encontrar a atualidade local, desporto, eventos e classificados para a pesquisa de casas, carros, emprego e muito mais, tudo na palma da mão. Para instalar estas aplicações no smartphone, basta apenas procurar por Noticias de Fafe nas lojas de aplicações da Apple, Android e Windows Phone.
As aplicações disponibilizadas gratuitamente pelo Notícias de Fafe, são powered by FlexReader e demonstram a aposta que o semanário está a fazer nos novos meio de comunicação que lhes permitem ter uma ligação de maior proximidade com os seus leitores.
A equipa do FlexReader deseja ao Notícias de Fafe muito sucesso e que distribua muitas boas notícias!
Os gastos com publicidade digital no Reino Unido deverão alcançar os 8,3 mil milhões dólares este ano, qualquer coisa como 10,3 mil milhões de euros, de acordo com a GroupM.
Muito graças à proliferação do mobile. A procura de smartphones e o acesso cada vez mais democratizado à Internet estão a fazer disparar as apostas publicitárias destinadas a este mercado.
Os gastos em publicidade digital deverão ser ainda superiores em 2013, ano em que deverão chegar aos 9,4 mil milhões de dólares (11,7 mil milhões de euros).
Ao mesmo tempo que a publicidade na Internet floresce a um ritmo imparável, os anúncios nos jornais em papel caem na mesma proporção.
A previsão é de que, naquele mercado, baixem 11%, 1,6 mil milhões de dólares este ano para 1,5 mil milhões no próximo.
Fonte: Agência Financeira
Sem dúvida, o mercado publicitário está em povorosa, com alterações constantes e novos modelos em surgimento. O mobile é a alavanca desta evolução, e a imprensa tem que a saber acompanhar!
De acordo com pesquisas divulgadas pelo Google, 14% da população brasileira já possui um smartphone, e 83% dos que possuem usam-no para procurar informações locais.

O mercado mobile está em grande crescimento no Brasil e no mundo. Os comportamentos das pessoas está a mudar e muitas das actividades que até há bem pouco tempo eram realizadas num computador ou em papel, estão a ser transferidas para os smartphones. De acordo com os dados apresentados, a pesquisa por informação local, como notícias, ou classificados, está a ser realizada cada vez mais através de dispositivos móveis. As aplicações móveis que disponibilizem as notícias locais, de uma forma fácil de consultar, rápida e especialmente pensada para estes suportes, são uma das respostas a esta nova necessidade dos consumidores.
Como utilizador de smartphone, o que costuma consultar mais habitualmente?
Os aplicativos móveis revolucionam a busca pela informação e exercem um papel crucial na dinamização do mercado.
A comunicação nunca esteve tão interativa. Os canais sociais estão disponíveis para toda e qualquer empresa que deseja se comunicar com o seu público e consolidar a marca no mercado.
Em meio a tantas opções, os aplicativos móveis vem comprovando a cada dia sua ascensão. Segundo dados da Anatel, o número de celulares no Brasil ultrapassou 210 milhões em março de 2011. Com um vasto campo a ser explorado, as empresas começam a focar em estratégias para que os conteúdos estejam na palma da mão dos usuários.
Conversamos sobre o assunto com o co-fundador da empresa portuguesa Multivector TI, Paulo Fernandes. O empresário, além de trabalhar em soluções tecnológicas para os setores imobiliários, atualmente aposta em outra iniciativa ousada: o Flexreader, uma plataforma que permite criar aplicações móveis para apresentar conteúdos noticiosos em smartphones.
Os números apontam para vendas de dispositivos móveis superando as vendas de computadores representando novos modelos de acesso e interação a conteúdos. Como é possível para empresas acompanharem evoluções tecnológicas tão rápidas e significativas?
Em menos de 50 anos passamos de um modelo totalmente baseado na imprensa para outro que apresenta inúmeras fontes de informação e meios para trasmitir os contéudos. As empresas devem acompanhar esta evolução para que consigam se comunicar efetivamente com os seus públicos. Para isso, devem se cercar de parceiros que os mantenham atualizados e os aconselhem sobre quais meios utilizar. Mas cada empresa deve sempre avaliar quais os melhores meios para comunicar com os seus clientes, pois o que funciona com uma, pode não ter os mesmos resultados com outra.
Atender os diversos modelos de consumidores é muito difícil. As informações continuam a ser consumidas através de mídia impressa, websites e agora também por aplicações mobile. Como integrar ações para disponibilizar conteúdos nestas diversas versões e variados públicos?
É importante que, após definidos quais os melhores meios de comunicação a utilizar, as empresas mantenham um estilo coerente de comunicação. Contudo, cada canal pode exigir conteúdos diferenciados, de acordo com o padrão de comportamento do leitor. Por exemplo, um jornal impresso deve apresentar conteúdos mais exaustivos que uma aplicação para smartphone, cujo padrão de consulta é de maior rapidez, ou seja, os conteúdos devem ser otimizados para cada canal onde serão apresentados.
O investimento necessário para disponibilizar conteúdos através de aplicações móveis é uma das principais barreiras para pequenas e médias empresas. Como as empresas podem suprir esta necessidade?
A plataforma FlexReader vem suprir essa necessidade permitindo criar aplicações móveis para apresentar conteúdos noticiosos em smartphones e tablets iOS, Android e Windows Phone. A ideia de criarmos o FlexReader surgiu exatamente quando notamos essa necessidade no mercado: há a vontade de evoluir, mas o passo para esse novo meio é difícil pois o desenvolvimento de aplicações obriga a todo o processo de criação, acompanhamento, codificação, assim como o investimento de grandes quantias e são questões que as empresas não devem ter de se preocupar. Então tivemos a ideia de criar uma plataforma que entregasse todo o produto pronto. E assim nasceu o FlexReader. Em poucos dias, qualquer publicação pode ter todo o conjunto de aplicações para iPhone, Android e Windows Phone, disponível para instalação pelos seus leitores. Só é preciso definir conosco a aparência que deseja para as aplicações e continuar a trabalhar no que fazem de melhor: produzir os conteúdos.
Entender o modo como o conteúdo deve ser disponibilizado e os recursos de acesso e navegação através destes dispositivos também trazem grandes preocupações para as empresas. Buscar uma solução especializada é um bom caminho. Neste sentido como fica a personalização para cada caso específico?
A personalização das aplicações está assegurada. Cada editor que decida disponibilizar aplicações móveis terá aplicações com as suas cores, logotipo, tipos de letra, modo de apresentação de notícias. A opção por uma solução especializada como o FlexReader, é a garantia da utilização do padrão no mercado de apresentação de conteúdos, para que os leitores quando abram a aplicação se sintam “em casa” e não tenham que aprender como usar o aplicativo, tarefa que não é do agrado da maior parte dos usuários.
A Rede Social do Setor Imobiliário busca conectar pessoas que constroem o mercado de várias maneiras. Você acredita que a utilização de um recurso como o FlexReader pode dinamizar este processo?
Sem dúvida! A utilização de aplicativos móveis pode ajudar e muito na dinamização do mercado imobiliário, não só pela rápida divulgação das notícias, que passam a estar literalmente nas mãos dos interessados, mas também através dos anúncios classificados. As aplicações disponibilizam uma completa área de classificados que permite que os anunciantes insiram os seus produtos rapidamente através do seu smartphone ou tablets e esses anúncios ficam imediatamente disponíveis na Rede AdClip de portais, sites e aplicações móveis. Deste modo os anunciantes conseguem ainda mais oportunidades de negócio.
Como empresas interessadas podem obter mais informações sobre a utilização destes recursos em seus negócios?
Podem visitar o nosso site www.flexreader.com, onde encontrarão toda a informação sobre a plataforma. Podem também entrar em contato connosco através do email [email protected].
Entrevista ao portal Redimob – A rede social do imobiliário.
Cada vez mais utilizadores, cada vez mais tempo passado nas aplicações, cada vez mais oportunidades de negócio!

Nos dias 15 e 16 de Novembro irá decorrer na Universidade da Beira Interior o Congresso Internacional – Jornalismo e Dispositivos Móveis organizado pelo LABCom (Laboratory of online Communication). O crescimento da taxa de penetração de banda larga móvel (3G/4G) e o aumento registado nas vendas de smartphones e tablets criou um canal alternativo para distribuição de notícias: os dispositivos móveis. O aparecimento destes novos meios – depois do cinema, da televisão e do computador – representa uma oportunidade de negócio para as empresas de comunicação, sendo estes dispositivos uma alternativa à distribuição tradicional de informação jornalística. Este novo ecossistema mediático caracteriza-se por serem as notícias a procurar os consumidores e não o contrário, como até agora, o que implica desde logo que se repensem as formas de distribuição de informação.
Neste âmbito Paulo Fernandes irá apresentar o FlexReader como uma plataforma que permite criar aplicações móveis nativas para apresentar conteúdos noticiosos em smartphones e tablets e que nesse novo ecossistema, pode dar um grande impulso à evolução das publicações para os novos dispositivos.
Mais informação sobre o evento: http://www.jdm.ubi.pt
A nova aplicação do PÚBLICO para iPad já está disponível para ser descarregada na Loja iTunes. Com esta actualização, que será de acesso livre até 31 de Maio, nasce a Edição Impressa e a Edição Tablet.
A Edição Impressa reproduz fielmente a imagem gráfica do jornal em papel e de todos os seus suplementos editoriais (Fugas, revista 2, ípsilon e Inimigo Público). A Edição Tablet inclui o noticiário de última hora produzido para o Público Online nas áreas de Mundo, Política, Economia, Desporto, Sociedade, Educação, Ciências, Ambiente, Cultura, Local, Media e Tecnologia. A Edição Tablet, que muda ao ritmo das actualizações do site do Público, oferece ainda textos de profundidade e reflexão vindos da edição impressa do jornal e que são exclusivos para assinantes (features, reportagens, destaques e textos de opinião).
Na Edição Impressa, que será disponibilizada todos os dias às 2h, os leitores podem ler sempre as últimas seis edições e guardá-las na zona de favoritos. Depois de descarregada, qualquer edição pode ser lida mais tarde em modo offline. Na área da Edição Impressa, os leitores podem percorrer todo o conteúdo do jornal através de uma barra de navegação panorâmica. Na Edição Tablet, todos os artigos podem ser guardados na zona de favoritos e partilhados através do Facebook, do Twitter e por email. Aqui, as notícias podem apresentar galerias de imagens (que podem vistas à largura de todo o ecrã) e vídeos (que só podem ser carregados com uma ligação à Internet.
Fonte: Público
Aqui está um bom exemplo de um jornal português que disponibiliza aos seus leitores um conjunto de aplicações para que possam estar sempre informados, em todo o lado, a qualquer hora, com ou sem Internet.
Parabéns Público!
O Negócios lançou hoje versões actualizadas das aplicações que tem disponível na AppStore para iPhone e iPad.
O Negócios iPad passa a estar presente no Newsstand, uma opção que lhe permite um acesso mais fácil e rápido à aplicação e também conhecer a capa do jornal assim que esta fica disponível.
A nova versão do Negócios iPad tem também novas secções. Uma que agrupa todas as noticias do Negócios Primeiro, num único canal, para que os subscritores da Assinatura Digital tenham um rápido acesso às notícias exclusivas para assinantes.
O Negócios iPad passa também a ter disponível uma área de cotações dos principais índices europeus e norte-americanos, bem como das respectivas acções.
No Negócios iPhone também há novas funcionalidades e melhorias, destacando-se a introdução das notícias do Negócios Primeiro, qu
e até aqui não estavam disponíveis. A aplicação passa também a ter uma maior quantidade de notícias disponíveis, nas variadas secções.
Com estas actualizações, os subscritores do Negócios Primeiro, a assinatura digital do Negócios, passam a ter os conteúdos disponíveis na Internet, em www.negocios.pt, no iPhone, no iPad e nos tablets Android.
Fonte: Jornal de Negócios online